Resumo: Em um mundo distópico, seria ainda possível cultivarmos utopias? Em tempos de catástrofes, como poderia a psicanálise favorecer projetos de emancipação? Pretendo trazer as contribuições de alguns autores e, particularmente, de Sándor Ferenczi, cuja tese sobre os sonhos caminha na contramão da psicanálise clássica. Ferenczi valoriza a força criativa do trauma e dos sonhos. Suas propostas podem ser usadas para pensar tanto os sujeitos individuais quanto os coletivos. Jô Gondar
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Dia 3 de setembro - quarta-feira - 20:00
R$ 60
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